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  Foto: Felipe Rodrigues Ontem foi um dia emocionante e inesquecível para todos nós. A pré-exibição do documentário Bengala Azul: Muito Mais Que Uma Torcida na SECULT, em São Caetano do Sul, trouxe à tona a paixão e a força dessa torcida que é muito mais que uma simples arquibancada. Na foto, estamos reunidos com algumas das pessoas que tornam essa história tão especial: Agostinho Folco , Cláudio Pezzotti e Oswaldo Gallo , integrantes da Bengala Azul e protagonistas dessa trajetória de amor e dedicação ao São Caetano. Também estão presentes amigos, apoiadores e pessoas que vieram prestigiar o trabalho e compartilhar desse momento único conosco. Ao lado deles, estou eu, Luiz Altieri, Diretor Executivo do documentário, com o coração cheio de gratidão. É impossível não se emocionar ao ver esses rostos que carregam histórias de décadas nas arquibancadas, torcendo e vivendo cada jogo como uma celebração da vida. O evento foi marcado por abraços, risadas e memórias relembradas. O brilh...
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  Edição do Doc "Bengala Azul: Muito Mais Que Uma Torcida" Os últimos detalhes estão sendo ajustados para a estreia do documentário Bengala Azul: Muito Mais Que Uma Torcida! A imagem acima mostra um momento da edição, destacando um dos integrantes mais emblemáticos da torcida, com a "Seção 22" ao fundo, um local especial para esses torcedores apaixonados. Cada corte, transição e áudio estão sendo cuidadosamente trabalhados para capturar a emoção e a paixão da Bengala Azul, uma torcida que simboliza o amor eterno pelo São Caetano. Estamos muito próximos de compartilhar essa história emocionante com o público. Acompanhe nosso blog para mais atualizações!
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Foto: Luiz Altieri Registrar memórias é um trabalho de sensibilidade, e esta foto traduz bem o espírito do documentário "Bengala Azul: Muito Mais Que Uma Torcida". Nela, Felipe Rodrigues, Diretor de Fotografia e Operador de Câmera, captura um momento especial: Agostinho Folco, presidente da torcida, revisita o passado ao mostrar as fichas de inscrição dos associados. No auge do São Caetano, a Bengala Azul chegou a reunir mais de 600 integrantes, um marco impressionante para uma torcida que carrega em si a força de uma geração. Cada ficha conta uma história, cada nome representa a paixão de quem viveu e vive pelo Azulão. É essa paixão, imortalizada no olhar de Agostinho e na dedicação da equipe, que estamos trazendo para a tela.
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A frase de Adhemar, "Quando eu for velhinho, vou entrar para a Bengala Azul", é um dos tesouros guardados na Sede Social da torcida. Esse recorte de jornal está fixado na parede, logo abaixo da arquibancada coberta do Estádio Anacleto Campanella, onde fica esse espaço tão especial para os torcedores do Azulão. Dita quando ele ainda brilhava como jogador do São Caetano, a declaração mostra o carinho e o respeito que Adhemar tem pela torcida. No documentário "Bengala Azul: Muito Mais Que Uma Torcida", a história por trás dessa frase ganha vida, mostrando como a paixão pelo futebol une gerações. A Sede Social, cheia de itens históricos, é a prova de que o amor pelo São Caetano não se apaga, mas segue firme, em cada canto, em cada memória.
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  Foto: Luiz Altieri A sede social da Bengala Azul é um verdadeiro tesouro para os apaixonados pelo São Caetano. Na abertura do documentário "Bengala Azul: Muito Mais Que Uma Torcida", uma foto capturada no local apresenta uma camisa emblemática da torcida ao fundo, com um troféu em primeiro plano, simbolizando as conquistas e a paixão que movem os torcedores. O espaço é decorado com diversos itens históricos, que contam a trajetória do clube e da própria torcida, incluindo camisas, jornais antigos, fotos e troféus que eternizam momentos inesquecíveis. É impossível não se emocionar ao percorrer as paredes repletas de recordações e sentir o peso de décadas de história. A Bengala Azul, com seu espírito único, prova que o futebol vai além do campo – ele vive nas memórias e no coração dos seus fiéis torcedores.
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  Maleta usada por Daisy Garcia, enfermeira da Bengala Azul - Foto: Luiz Altieri Uma Maleta de Cuidado e Dedicação Esta é a maleta de primeiros socorros usada pela enfermeira Daisy Garcia, uma figura inesquecível na história da Bengala Azul. Daisy acompanhava a torcida nos jogos do São Caetano, sempre pronta para cuidar dos integrantes, todos acima de 60 anos. A maleta era muito mais do que um simples acessório; ela simbolizava a preocupação e o carinho dedicados àqueles torcedores, que enfrentavam qualquer desafio para apoiar o time do coração. Cada atendimento feito por Daisy era um ato de amor ao esporte e à comunidade que a Bengala Azul representava. Um detalhe simples, mas que carrega histórias de superação e união nas arquibancadas.
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  Foto: Luiz Altieri Nas arquibancadas do estádio Anacleto Campanella, um símbolo de amor e dedicação se destaca: a faixa do Azulão, mascote do São Caetano. O responsável por essa tradição é Agostinho Folco, líder da Bengala Azul, que aos 90 anos ainda faz questão de pendurá-la no antes de cada jogo. A faixa não é apenas um adorno; ela representa o espírito de uma torcida apaixonada, que carrega no coração a história de um clube e o orgulho de ser parte dessa jornada. Agostinho, com sua energia e comprometimento, é a alma dessa torcida, mostrando que o amor pelo futebol não tem idade.